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domingo, 10 de agosto de 2014

Traslado para o festejo da romaria do Vão de Almas.

Traslado para  Romaria do Vão de Almas.
A Arai Turismo estará fazendo o traslado até o Festejo no Vão de Almas durante toda esta semana.
Agende sua ida e retorno para um dos melhores Roteiros em Cavalcante.
Conforto e segurança em veiculo 04 x 04(L200 Triton).
Beto Baiano 62 9975 8874
Ana Cláudia 61 9839 5598

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Biomas do Brasil.

CERRADO
O Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul, ocupando uma área de 2.036.448 km2, cerca de 22% do território nacional. A sua área contínua incide sobre os estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Piauí, Rondônia, Paraná, São Paulo e Distrito Federal, além dos encraves no Amapá, Roraima e Amazonas. Neste espaço territorial encontram-se as nascentes das três maiores bacias hidrográficas da América do Sul (Amazônica/Tocantins, São Francisco e Prata), o que resulta em um elevado potencial aquífero e favorece a sua biodiversidade.
Considerado como um hotspots mundiais de biodiversidade, o Cerrado apresenta extrema abundância de espécies endêmicas e sofre uma excepcional perda de habitat. Do ponto de vista da diversidade biológica, o Cerrado brasileiro é reconhecido como a savana mais rica do mundo, abrigando 11.627 espécies de plantas nativas já catalogadas. Existe uma grande diversidade de habitats, que determinam uma notável alternância de espécies entre diferentes fitofisionomias. Cerca de 199 espécies de mamíferos são conhecidas, e a rica avifauna compreende cerca de 837 espécies. Os números de peixes (1200 espécies), répteis (180 espécies) e anfíbios (150 espécies) são elevados. O número de peixes endêmicos não é conhecido, porém os valores são bastante altos para anfíbios e répteis: 28% e 17%, respectivamente. De acordo com estimativas recentes, o Cerrado é o refúgio de 13% das borboletas, 35% das abelhas e 23% dos cupins dos trópicos.
Além dos aspectos ambientais, o Cerrado tem grande importância social. Muitas populações sobrevivem de seus recursos naturais, incluindo etnias indígenas, quilombolas, geraizeiros, ribeirinhos, babaçueiras, vazanteiros e comunidades quilombolas que, juntas, fazem parte do patrimônio histórico e cultural brasileiro, e detêm um conhecimento tradicional de sua biodiversidade. Mais de 220 espécies têm uso medicinal e mais 416 podem ser usadas na recuperação de solos degradados, como barreiras contra o vento, proteção contra a erosão, ou para criar habitat de predadores naturais de pragas. Mais de 10 tipos de frutos comestíveis são regularmente consumidos pela população local e vendidos nos centros urbanos, como os frutos do Pequi (Caryocar brasiliense), Buriti (Mauritia flexuosa), Mangaba (Hancornia speciosa), Cagaita (Eugenia dysenterica), Bacupari (Salacia crassifolia), Cajuzinho do cerrado (Anacardium humile), Araticum (Annona crassifolia) e as sementes do Barú (Dipteryx alata).
Contudo, inúmeras espécies de plantas e animais correm risco de extinção. Estima-se que 20% das espécies nativas e endêmicas já não ocorram em áreas protegidas e que pelo menos 137 espécies de animais que ocorrem no Cerrado estão ameaçadas de extinção. Depois da Mata Atlântica, o Cerrado é o bioma brasileiro que mais sofreu alterações com a ocupação humana. Com a crescente pressão para a abertura de novas áreas, visando incrementar a produção de carne e grãos para exportação, tem havido um progressivo esgotamento dos recursos naturais da região. Nas três últimas décadas, o Cerrado vem sendo degradado pela expansão da fronteira agrícola brasileira. Além disso, o bioma Cerrado é palco de uma exploração extremamente predatória de seu material lenhoso para produção de carvão.
Apesar do reconhecimento de sua importância biológica, de todos os hotspots mundiais, o Cerrado é o que possui a menor porcentagem de áreas sobre proteção integral. O Bioma apresenta 8,21% de seu território legalmente protegido por unidades de conservação; desse total, 2,85% são unidades de conservação de proteção integral e 5,36% de unidades de conservação de uso sustentável, incluindo RPPNs (0,07%).

Fontes: Texto- MMA, Foto-Ecodata.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

LSecult Goiás abre seleção de projetos culturais para o Fundo de Arte e Cultura

 FUNDO DE ARTE E CULTURA EDITAL Nº 1/2013 – FUNDO CULTURA

O Estado de Goiás, por intermédio da Secretaria de Estado da Cultura e em conformidade com o Conselho Estadual de Cultura, torna pública a realização do processo seletivo de projetos culturais que pleiteiem recursos do Fundo de Arte e Cultura de Goiás,

Acesse o edital: http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2013-11/fundo-cultural---edital-001.pdf


Conselho Consultivo do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros – CONPARQUE

Assunto: Convocação e planejamento para reunião extraordinária em 27/11/2013
 
Senhores Conselheiros,
Relembramos Vossas Senhorias para reunião extraordinária do Conselho Consultivo do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros – CONPARQUE a ser realizada no dia 27/11/2013 (quarta-feira) das 09h00min às 16h00min na RPPN Vale das Araras, zona rural em Cavalcante - GO.
Aproveitamos a oportunidade para encaminhar a programação em anexo.
Nesta reunião pretendemos realizar encerramento das atividades de 2013, planejamento para 2014 e vivenciar um momento de confraternização do Conselho, sendo a sua presença fundamental.
Desde já agradecemos e solicitamos a confirmação dos conselheiros que ainda não o fizeram.
Na impossibilidade de comparecimento, favor repassar esta convocação ao suplente.
Atenciosamente,
Luciana Nars
Secretaria CONPARQUE
--
Equipe
Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade

Chapada dos Veadeiros: Relato de uma viagem de três dias a Cavalcante

Primeiro dia

Para exercitar um pouco nosso espírito de aventura (o meu e o do Percheron Alado – nossa Pajero TR4), nada melhor que percorrer os, aproximadamente, 130 km de uma estrada de terra que ligam São Jorge e Cavalcante, passando pela simpática Colinas do Sul. (Em tempo: dá para ir para Calvacante saindo de Alto Paraíso. São 90km de asfalto). A estrada de chão também é bem tranquila e guiando com cuidado qualquer um pode percorrê-la sem maiores problemas mesmo sem um carro 4×4, desde que seja um pouquinho mais alto como o Uno modelo antigo, por exemplo.

 Vale a pena pelo visual das serras, pelo banho no Rio Preto, no meio do caminho, e pela chance de topar com algum bicho como a seriema que correu à frente do carro por uns 100m até resolver voltar para a segurança da mata. Depois de duas horas de sol, poeira e belas paisagens, chegamos em Cavalcante, já bem depois da hora do almoço.


Contatei ou tentei contatar quase dez guias até acertar com o pessoal da Araí, o guia Beto, uma ida às cachoeiras do Prata no dia seguinte. Importante ressaltar a gentileza de todos os guias com os quais falei, que não podiam me atender mas indicaram, com a maior boa vontade, outros que talvez estivessem livres.

Segundo dia

No dia seguinte partimos para as Cachoeiras do Prata às 9h. O percurso só pode ser feito em carro com tração. Se o carro for do guia o preço, claro, sobe bastante. Indo no próprio carro, o turista vai pagar 100 reais para um grupo de até cinco pessoas.

 Até a entrada das cachoeiras são uns 60km de estrada de terra que valem muito a pena. Já no atrativo, uma trilha bastante tranquila, sem muitas elevações nem longas distâncias, leva a cinco belíssimas quedas d´água sendo a última um grande lajedo com várias piscinas naturais. A maior delas deve ter uns 30m de comprimento por oito de largura, um retângulo quase perfeito. Lugar para curtir a preguiça, nadar, se refrescar e curtir a bela paisagem.

Ao chegar ao topo da serra, lugar que durante a subida eu muitas vezes pensei que não alcançaria, fomos por uma trilha plana, relativamente curta e que poderia ser tranquila, não fosse o cansaço da subida e o sol causticante. Ao final dela, um lindo poço com água deliciosamente refrescante salva a vida de quem nele chega. Emoldurado por interessantes formações rochosas, entre elas uma imponente e gigante ponte natural de pedra, o poço é apenas a ante-sala do que na verdade parece uma enorme catedral natural.
Cruzamos o poço, passamos por baixo da enorme ponte e seguimos o rio por alguns metros até chegarmos em um apertado cânion onde só se passa a nado. Depois de atravessá-lo, paramos no alto de uma cascata que mergulha numa fenda abissal, aos nossos pés. À nossa frente, um paredão de rocha gigantesco, de uns 200m ou mais. E dentro de nós, a sensação nítida de estar em um lugar sagrado, daqueles que tiram o fôlego e calam as palavras para apenas contemplar, no silêncio que nos impõe as visões deslumbrantes.


De volta ao poço, mais uns banhos para assimilar melhor o espetáculo recente e subimos por uma trilha íngreme, mas curta para visitar o mirante à beira da serra, onde ela abruptamente cai para formar um gigantesco vale e de onde se vê grande parte do Parque Nacional e ainda se tem outro ângulo da cascata, do cânion e do paredão.
Fotos: Arquivo Pessoal

Considerações finais

Enfim, ótimo passeio! Apesar de mais distante e com características bem diferentes de São Jorge, Cavalcante é um lugar ainda por explorar. Pra quem gosta de um clima de cidade de interior, eu recomendo.
Recomendo ainda, na cidade, a operadora Araí (contatoaraiturismo@gmail.com), a Pousada Morro Encantado e a cerveja artesanal Aracê (62-9804-2501), que é produzida na cidade por um chileno e sua esposa que foram visitar a região, se apaixonaram e resolveram ficar.


terça-feira, 9 de julho de 2013

Progamação do 04 CentroÉcine

A programação deste ano conta com duas mostras. Confira!
 Imaginário Pernambuco
Onze filmes, cinco ficções e seis documentários. Quatro diretoras, seis diretores. Dez curtas, um longa, 253 minutos de filmes. A sessão Imaginário Pernambuco, com curadoria de Gê Carvalho, revela diversos olhares sobre um dos estados que mais se destaca no cenário audiovisual brasileiro, conquistando prêmios nacionais e internacionais. A programação oferece ao espectador uma imagem da capital, Recife: sua paisagem, seu caos e sua poesia, e também do interior, com o aprofundamento da espiritualidade festiva, o tempo que perpassa a sobrevivência e a atmosfera onírica musical.
 Centro-Oeste
Em 2013, a seleção de filmes da região Centro-Oeste conta com produções do Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O destaque é para a exibição do filme "Faroeste Caboclo", do diretor René Sampaio, que acontecerá em Alto Paraíso de Goiás (GO), no domingo, 07 de julho. A mostra dedicada ao Centro-Oeste está no quarto ano consecutivo e tem como objetivo o fomento da produção regional e a articulação entre realizadores e instituições financiadoras.

 SEXTAS-FEIRAS (Sábado apenas em Cavalcante)
Horário da sessão: 19h

IMAGINÁRIO PERNAMBUCO

 Olhares sobre a Cidade, 87 minutos

A Paz Lunática, 13 minutos – Ficção/Experimental
Direção: Alunos do curso infantil de formação audiovisual do projeto Escola Engenho – Recife

Poeta Urbano, 16 minutos – Ficção
Diretor: Antonio Carrilho

Praça Walt Disney, 21 minutos – Documentário
Diretor(a): Sérgio Oliveira e Renata Pinheiro



O Caso da Menina, 13 minutos – Ficção
Diretora: Tuca Siqueira

Câmara Escura, 24 minutos – Documentário
Diretor: Marcelo Pedroso
 SESSÃO CENTRO OESTE – 38’30”

Destimação, 13 minutos – Animação - GO
Direção: Ricardo de Podestá


Atrás da História (ou No Coração do Filme), 7’30” minutos – Ficção/Experimental - GO
Direção: Jarleo Barbosa

Faltam duas Quadras, 8 minutos – Ficção - GO
Direção: Jarleo Barbosa

É uma Vez, 10 minutos – Ficção – GO?
Direção: Ludielma Laurentino

 SÁBADOS (Domingo apenas em Cavalcante)
Horário da sessão: 19h
 IMAGINARIO PERNAMBUCO

Longa Metragem CONVIDADO – DIA 02 – 79 minutos

Estradeiros, 79 minutos – Documentário
Direção: Sérgio Oliveira e Renata Pinheiro

 SESSAO CENTRO OESTE – 63’ minutos

Fluxos, 03 minutos – Experimental/MS
Direção: Ana Carla Pimenta

Depois da Queda, 18 minutos – Ficção/MT
Direção: Breno Bini

Bésóroró, 19 minutos – Documentário/MT
Direção: Rizza Mattos

Brincando com Manoel, 03 minutos – Ficção/MS
Direção: Júlia Rodrigues

Lamento, 03 minutos – Ficção /MS
Direção: Eduardo Romero

Ela veio me ver, 17 minutos – Ficção/MS
Direção: Essi Rafael



DOMINGOS (Segunda-feira apenas em Cavalcante)

Horário da sessão: 19h
 IMAGINARIO PERNAMBUCO – 87’ minutos

Dia Estrelado, 17 minutos – Ficção/Stop Motion
Direção: Nara Normande

A Gira, 16 minutos – Documentário
Direção: Kátia Mesel


Canção para Minha Irmã, 15 minutos – Ficção
Direção: Pedro Severien

Ave Maria ou Mãe dos Sertanejos, 13 minutos – Documentário
Direção: Camilo Cavalcante

Maracatu Atômico Kaosnavial, 26 minutos – Documentário Musical
Direção: Marcelo Pedroso e Afonso Oliveira
 SESSÃO CENTRO OESTE

Faroeste Caboclo, 110’ minutos – Ficção - DF
Direção: René Sampaio

Ou
Cozinheiro do Tempo, 56’ minutos – Ficção - DF
Direção: André Luiz Oliveira

sexta-feira, 28 de junho de 2013

4 CentroÉcine

A IV Mostra CentroÉcine oferece um panorama do cinema regional brasileiro, com destaque para a produção audiovisual do Centro-Oeste e uma mostra dedicada à cultura cinematográfica de Pernambuco.

O projeto, este ano, percorrerá as cidades de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante e São Jorge.

As atividades são abertas ao público com projeções ao ar livre em praça pública.

Confira a programação: www.centroecine.org

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Trekking no PNCV(parque nacional da chapada dos veadeiros) travessia das sete quedas* - inauguração em 22 de junho de 2013


A Chefe da UC-PARNA/CV (unidade de conservação do parque nacional da chapada dos veadeiros) Carla Guaitanele e o coordenador de uso público Luis Henrique Neves, estiveram em Cavalcante reunidos com o trade turistico (associação chapada sustentável ) e à ACECE (associação de condutores em ecoturismo de cavalcante e entorno) para apresentar o novo roteiro para o PARNA-CV.
Abaixo segue mais informações e links sobre o novo roteiro.

**TRavessia das sete quedas* - inauguração em 22 de junho de 2013
Extensão aproximada: 23 km
Duração estimada: A Travessia pode ser percorrida em 2 ou 3 dias, se o visitante optar por permanecer um dia a mais acampado.
Nível de dificuldade: difícil
Sinalização: setas laranjas (do início da Travessia até o Cânion I as setas são vermelhas)
No início do percurso, o visitante deve seguir as setas vermelhas até o Cânion I. À direita da entrada deste atrativo há uma placa indicando o início da Travessia das Sete Quedas e a partir dali deve-se seguir as setas laranja, deparando-se com campos rupestres, veredas, além do cerrado strictu sensu até a primeira passagem do Rio Preto, onde deverá cruzar a diagonal formada pelos dois postes laranja, um em cada lado da margem. Até ali, o visitante percorreu 10 km. Após atravessar o rio, o visitante irá percorrer mais 7km por uma trilha histórica da época do garimpo, conhecida como fiandeiras, passando por campos sujos e limpos e adentrando pelo cerrado rupestre até chegar ao camping das Sete Quedas, com capacidade para 10 barracas e banheiro seco.
A partir do camping, a trilha continua margeando o rio Preto pelas pedras por cerca de 500 metros e o visitante deverá ficar atento às setas laranja que apontarão para o poste também laranja do outro lado do rio, indicando o melhor ponto da segunda passagem do Rio Preto. Depois, a trilha continua por pouco mais de 6 km pelo cerrado rupestre, passando pela torre da Mata Funda e finalizando na rodovia GO-239.
ATENÇÃO: a travessia termina fora do Parque Nacional, na beira da estrada, a cerca de 12 km de São Jorge e 24 km de Alto Paraíso. Portanto, se o visitante desejar, deverá contratar por conta própria o serviço de traslado.
Em breve, divulgaremos nesta página os contatos dos condutores de visitantes e dos operadores de transporte locais.
O PARQUE NACIONAL DA CHAPADA DOS VEADEIROS/ICMBio NÃO SE RESPONSABILIZA PELOS SERVIÇOS CONTRATADOS, TAIS COMO CONDUÇÃO DE VISITANTES E TRASLADO.
*Para a realização da Travessia das Sete Quedas é necessário agendamento prévio.
**Informações retiradas do site do ICMBIO (www.icmbio.gov.br)

A Arai Turismo oferece pacotes para toda a Chapada, em breve estaremos disponibilizando o trekking para as sete quedas.
*** Mais informações:
  • contatoaraiturismo@gmail.com
  • Beto Baiano   62 99758874
  • Ana Cláudia   61 98395598
  • Thiago Roots 62 96255688
  • luis.neves@icmbio.gov.br

terça-feira, 28 de maio de 2013

Dica para o turista consciente


Dica para o turista consciente

Nas suas viagens, tente não levar de casa nada que possa encontrar no seu destino. Comprar objetos de artesanato e produtos regionais contribui com a geração de empregos e aumenta a renda dos moradores da região. Saiba mais consultando Passaporte Verde: http://on.fb.me/Vykvmd






terça-feira, 23 de abril de 2013

Chegada de turistas estrangeiros cresce 4,5%

Brasil recebeu 5,6 milhões de visitantes não residentes no país em 2012. Foram 243.489 visitantes a mais do que no ano anterior

23/04/2013
Brasília (DF) – Os destinos brasileiros receberam 5.676.843 visitantes de fora do país em 2012. Um crescimento de 4,5% em relação a 2011. Os países da América do Sul são os principias emissores, respondem por 2.628.957, o equivalente a 46,3% do total. Todos os países integrantes do grupo dos países dos Brics (composto por Brasil, Índia, Rússia, China e África do Sul) apresentaram aumento, com destaque especial para a China, que teve um salto de 17,8% em 2012 (65.945) em relação ao ano anterior (55.978) e subiu duas posições no ranking de origens.

Leia na Integra:

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Funai comemora Dia do Índio com programação cultural

A Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançam o folder “O Brasil Indígena”, com a divulgação de dados demográficos da população indígena sistematizados pelo censo do IBGE/2010. O lançamento faz parte das comemorações do Dia do Índio e acontece no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília.

As comemorações incluem a abertura da mostra “Arte Karajá – Iny Bededyynana”, que traz a produção da cultura material do povo Karajá. Um dos destaques é a arte figurativa em cerâmica produzida pelas mulheres da aldeia Hãwalò (Santa Isabel do Morro), a famosa ritxoko, que foi tombada pelo Iphan como patrimônio cultural do Brasil em 2012. Trabalhos em cestaria, com entalhes em madeira e cabaças também estarão expostos. O povo Karajá é originário da bacia do rio Araguaia, entre os estados de Tocantins, Pará, Mato Grosso e Goiás.

Leia na Integra:

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Filme Vida Kalunga selecionado para mais um Festival.

O Curta Vida Kalunga da cineasta Betânia Victor, também foi selecionado para o III Festival de Cinema de Anápolis, o curta que já foi premiado em duas categorias no Festival de Cinema de Brasilia de 2012 foi rodado em cavalcante dentro do Território Kalunga em 2010 e 2011 e remete a vida dos remanecentes quilombolas do Vão de Almas, Moleque, povoado do Engenho II, Ema e Diadema.
Em breve estaremos disponibilizando o curta no nosso Blog, já que à ARAI TURISMO foi apoiadora do projeto e responsável pela logistica durante as filmagens.

A organização do 3º Anápolis Festival de Cinema anuncia nesta segunda-feira (15) a lista de filmes selecionados para apresentação nas mostras competitivas de curtas anapolinos e do Centro-Oeste.

Curtas do Centro-Oeste selecionados
- Gertrudes e seu homem, de Adriana Rodrigues (ficção. GO)18’
- Hereditário, de Sérgio Lacerda e JohilCarvalho (ficção. DF)20’
- Meu amigo, meu avô, de Renan Montenegro (ficção. DF)12’
- Verde Maduro, de Simone Caetano (ficção. GO)16’
- Vida Kalunga, de Betânia Victor Veiga, (documentário, DF)15’
- Pérsio, de Ângelo Lima (documentário, GO)20’

Leia na Integra sobre o Festival:
A ARAI TURISMO apoia a Cultura:

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Apoio aos projetos do Cerrado

MMA e Serviço Florestal Brasileiro oferecem assistência técnica para associações e cooperativas que produzam produtos não madeireiros

ASCOM/SFB

O Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal (FNDF) e o Fundo Clima, geridos respectivamente pelo Serviço Florestal Brasileiro e pelo Ministério do Meio Ambiente, abriram em conjunto uma chamada de projetos para o Cerrado.  A iniciativa apoiará empreendimentos liderados por comunidades que trabalhem com produtos não madeireiros desse bioma. O prazo para os interessados se candidatarem vai até 26 de maio.

Leia na Integra: